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04/10/2008 às 21:23
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Prefeituráveis firmam compromisso de garantir acesso a informações públicas

Vitor Rocha, do A Tarde

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Os cinco candidatos à Prefeitura de Salvador se comprometeram a garantir o amplo e facilitado acesso às informações públicas caso se tornem prefeito. ACM Neto (DEM), Walter Pinheiro (PT), João Henrique (PMDB), Antonio Imbassahy (PSDB) e Hilton Coelho (PSOL) assinaram um termo de compromisso com cinco itens que sintetizam ações a serem adotadas para assegurar a transparência total da administração pública.

O documento foi espalhado por todos os candidatos a prefeito das capitais numa campanha do Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas, constituído por 21 organizações da sociedade civil, entre elas a Associação Nacional de Jornais (ANJ). A campanha classifica informação pública como documentos, atos oficiais e decisões governamentais que afetem a vida dos cidadãos, à exemplo da execução orçamentária e os negócios celebrados pelo setor público.

Em Salvador, os cinco candidatos assinaram imediatamente o termo ao serem procurados por A TARDE. Nenhum colocou objeção ou traçou qualquer crítica ao documento, de modo que se prontificaram a divulgar os dados públicos em todos os âmbitos da administração.

Direitos humanos – A carta de compromisso reforça que o acesso a informações públicas é um “direito humano fundamental garantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, assim como por diversos tratados internacionais, e reconhecido pelo Brasil no artigo 5° da Constituição Federal”.
Além de se comprometerem com a transparência, os candidatos garantiram que vão implantar políticas públicas para divulgar as informações na internet e sistematizar procedimentos para reforçar arquivo, coleta e divulgação dos dados.

“A nossa experiência indica que só o cidadão vai conseguir fiscalizar se aquela verba orçada está sendo aplicada em obra”, observa a advogada Sara Cortes, da campanha “Quem não deve não teme”, que faz um levantamento sobre o acesso às informações na Bahia.

Para ela, os tribunais de contas se limitam a fiscalizar apenas os documentos orçamentários. “O documento pode até ser legítimo, mas a obra pode não estar sendo feita”, indica Sara. Ela cita ainda a necessidade de dar “divulgação à divulgação”, ou seja, o poder público precisa criar mecanismos para dar conhecimento ao cidadão que as informações estão disponibilizadas.

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Mário Fontes (05/10/2008 - 07:14)

Excelente atitude de A Tarde, como cidadã, estou carente de informação dos gestores público, que governa sem prstar conta ao contribuinte. Na ACm, Cidadela, região da comercial Ramos, existe uma obra de 499 mil, mas ninguem vê placa.

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