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DISCOS IMPERDÍVEIS


12/04/2009 às 05:00
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Blues texano nas mãos e na voz de um mito

Marcos Venâncio

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Mais blues. A hora é de Lightnin' Hopkins e o álbum Morning blues , outra compilação feita em 1993 de tomadas dos anos 60. Os fonogramas foram retirados de dois discos: Blue Lightnin' (1965) e The Great Electric Show and Dance (1968). Hopkins, um bluesman do Texas, inclui canções como "Found my baby crying", "Lonesome dog blues", "Love me this morning" e "Breakfast time".

Clique para ouvir Morning blues

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morning blues
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11/04/2009 às 06:00
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Lenda do blues em gravações restauradas

Marcos Venâncio

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Dia de blues em Discos Imperdíveis. O convidado de hoje é uma lenda, o incrível John Lee Hooker, com seu Blues for big town , numa compilação feita em 1995 de gravações feitas entre 1950 e 1954. O disco dá direito a standards do gênero, como "Mad man blues", "Hey, baby", "Bluebird" e "Please don't go". Ouça logo!

Clique para ouvir Blues for big town

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10/04/2009 às 05:55
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Gravação como se fosse ao vivo de lenda da música

Marcos Venâncio

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A love supreme , de John Coltrane, é um dos melhores álbuns de jazz da história da música. Foi gravado de uma vez só, em 1964. Acompanham Coltrane o baterista Elvin Jones, o pianista McCoy Tyner e o baixista Jimmy Garrison. A reunião desses músicos, executando uma suíte em quatro partes, é um momento imperdível do jazz e revela a genialidade do saxofonista.

Clique para ouvir A love supreme

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09/04/2009 às 06:00
   | ATUALIZADA EM: 09/04/2009 às 06:47 | COMENTÁRIO (0)

Reunião de amigos do partido alto com Martinho

Marcos Venâncio

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Mais um encontro em disco e dessa vez de partido alto. Martinho da Vila reúne gente como Almir Guineto, Gonzaguinha e João Nogueira em Amigos , de 2002. O álbum é uma celebração ao samba, com Beth Carvalho, Aniceto, Neoci, Originais do Samba, Simone e outros. Ouvi esse disco pela primeira vez longe do Brasil e veio na hora aquela sensação de identificação entre o samba e o povo brasileiro.

Clique para ouvir Amigos

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08/04/2009 às 06:02
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Jazz da pesada no encontro de McIntyre e Dolphy

Marcos Venâncio

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Um encontro da pesada em disco foi o de Ken McIntyre e Eric Dolphy, dois dos maiores instrumentistas de jazz que já ouvi. No álbum Looking ahead , de 1960, os músicos, ao lado de Walter Bishop Jr. (piano), Sam Jones (baixo) e Art Taylor (bateria), dão uma senhora aula de instrumentos de sopro. Ken McIntyre no sax alto e flauta, Eric Dolphy, no sax alto, flauta, clarinete baixo.

Clique para ouvir Looking ahead

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07/04/2009 às 07:12
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Encontro de irmãos na música popular brasileira

Marcos Venâncio

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O álbum Maria Bethânia & Caetano Veloso ao vivo , de 1978, foi gravado ao vivo no Canecão, no Rio de Janeiro. Foi uma reunião de irmãos, com direito à versão de Bethânia para Leãozinho, gravada anteriormente por Caetano, e Carcará, do início da carreira de Beta, no Teatro Opinião, cantada pelo irmão.

Clique para ouvir Maria Bethânia & Caetano Veloso ao vivo

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06/04/2009 às 05:55
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Revelação de três guitarras que homenageiam o mundo

Marcos Venâncio

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Outro encontro imperdível foi o de Al DiMeola, John McLaughlin e Paco De Lucia. Friday night in San Francisco , de 1980, tem apenas cinco músicas, mas revela a genialidade de três guitarras que homenageiam o mundo em canções como "Frevo rasgado" (que os americanos grafaram como "Prevo rasgado") e "Guardian Angel".

Clique para ouvir Friday night in San Francisco

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05/04/2009 às 06:05
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Presente precioso de dois mestres do jazz

Marcos Venâncio

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O álbum The gifted ones , de 1979, é mais um daqueles encontros imperdíveis de grandes músicos. Iniciada neste sábado, com o fantástico Jazz at Massey Hall, a série traz neste domingo a reunião de Count Basie e Dizzy Gillespie para executar preciosidades como "Back to the land", "Constantinople" e "You got it". Só tem seis músicas, mas vale muito mais que um DVD repleto de mp3s de terceira. Aproveite!

Clique para ouvir The gifted ones

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the gifted ones
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04/04/2009 às 06:00
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Bird, Gillespie, Mingus, Powell e Roach em noite histórica

Marcos Venâncio

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Discos Imperdíveis começa neste sábado uma série de homenagens aos grandes encontros da música. O primeiro álbum foi gravado na noite de 15 de maio de 1953, em Toronto, no Canadá. No Massey Hall, uma espécie de sala de concertos, Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Charles Mingus, Bud Powell e Max Roach reuniram-se para um show. O nome da banda era simplesmente The Quintet e o disco, Jazz at Massey Hall. Houve apenas uma apresentação, com a sala praticamente vazia. Os organizadores não puderam pagar o acertado e cederam a Mingus as fitas das gravações em troca do cachê. A captação foi feita diretamente dos alto-falantes e é péssima (tanto que Mingus regravou alguns improvisos em estúdio). Mas o disco foi lançado e é puro deleite. Houve várias versões, mas esta é a primeira e original, com apenas seis músicas.

Clique para ouvir Jazz at Massey Hall.

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03/04/2009 às 07:05
   | ATUALIZADA EM: 03/04/2009 às 08:29 | COMENTÁRIO (0)

Estreia de um dos grande nomes da música

Marcos Venâncio

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O álbum Bluen train , lançado em 1957, é considerado o primeiro solo de John Coltrane. Pela primeira vez na carreira, escolheu todos os músicos e das cinco canções quatro são de sua autoria. A única exceção é um clássico do Blues: I'm old fashioned, de Jerome Kern e Johnny Mercer. A música-título do álbum, Blue train, tem mais de 10 minutos e cresce de um tema em tom menor para maior, variando intensamente até o final.

Clique para ouvir Bluen train

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02/04/2009 às 10:57
   | ATUALIZADA EM: 03/04/2009 às 10:47 | COMENTÁRIO (1)

O dia em que a ditadura proibiu o nome de Calabar no Brasil

Marcos Venâncio

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Calabar, o elogio da traição ou Chico canta, é um disco que resultou da peça homônima, de Chico Buarque e Ruy Guerra. Foi escrita no final de 1973 e seria dirigida por Fernando Peixoto. Trata da posição de Domingos Fernandes Calabar na história, quando Calabar preferiu ficar ao lado dos holandeses contra a coroa portuguesa. Depois de toda a montagem pronta e da primeira liberação do texto, o general Antônio Bandeira, da Polícia Federal, proibiu a peça, proibiu o nome "Calabar" e proibiu que a proibição fosse divulgada. O álbum foi pelo mesmo caminho e teve que mudar de nome e a capa foi trocada. A que você vê aqui é a original.

Clique para ouvir Calabar, o elogio da traição

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calabar
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01/04/2009 às 07:32
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Caetano dá um passeio criativo por sons variados

Marcos Venâncio

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O disco não tem nome, ou vem com o do compositor, mas todo mundo resolveu apelidá-lo com o título de uma de suas canções. José , o álbum, de 1987, é um típico Caetano Veloso, com músicas que falam de temas universais e, ao mesmo tempo, retoma temas bem baianos. Confira canções como "Eu sou neguinha?", "Depois que o Ilê Passar", "Vamo comer", "O ciúme" e a versão de Caetano para o pop-brega de Roberto e Erasmo Carlos "Fera Ferida"

Clique para ouvir José

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