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Mais blues. A hora é de Lightnin' Hopkins e o álbum
Morning blues
, outra compilação feita em 1993 de tomadas dos anos 60. Os fonogramas foram retirados de dois discos: Blue Lightnin' (1965) e The Great
Electric Show and Dance (1968). Hopkins, um bluesman do Texas, inclui canções como "Found my baby crying", "Lonesome dog blues", "Love me this
morning" e "Breakfast time".
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Morning blues
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Dia de blues em Discos Imperdíveis. O convidado de hoje é uma lenda, o incrível John Lee Hooker, com seu
Blues for big town
, numa compilação feita em 1995 de gravações feitas entre 1950 e 1954. O disco dá direito a standards do gênero, como "Mad man blues", "Hey,
baby", "Bluebird" e "Please don't go". Ouça logo!
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Blues for big town
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A love supreme
, de John Coltrane, é um dos melhores álbuns de jazz da história da música. Foi
gravado de uma vez só, em 1964. Acompanham Coltrane o baterista Elvin Jones, o pianista McCoy Tyner e o
baixista Jimmy Garrison. A reunião desses músicos, executando uma suíte em quatro partes, é um momento
imperdível do jazz e revela a genialidade do saxofonista.
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A love supreme
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Mais um encontro em disco e dessa vez de partido alto. Martinho da Vila reúne gente como Almir Guineto, Gonzaguinha e João Nogueira em
Amigos
, de 2002. O álbum é uma celebração ao samba, com Beth Carvalho, Aniceto, Neoci, Originais do Samba, Simone e outros. Ouvi esse disco pela
primeira vez longe do Brasil e veio na hora aquela sensação de identificação entre o samba e o povo brasileiro.
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Amigos
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Um encontro da pesada em disco foi o de Ken McIntyre e Eric Dolphy, dois dos
maiores instrumentistas de jazz que já ouvi. No álbum
Looking ahead
, de 1960, os músicos, ao lado de Walter Bishop Jr. (piano), Sam Jones (baixo) e
Art Taylor (bateria), dão uma senhora aula de instrumentos de sopro. Ken McIntyre no sax alto e flauta,
Eric Dolphy, no sax alto, flauta, clarinete baixo.
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Looking ahead
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Outro encontro imperdível foi o de Al DiMeola, John McLaughlin e Paco De Lucia.
Friday night in San Francisco
, de 1980, tem apenas cinco músicas, mas revela a genialidade de três guitarras que
homenageiam o mundo em canções como "Frevo rasgado" (que os americanos grafaram como "Prevo rasgado") e
"Guardian Angel".
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Friday night in San Francisco
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O álbum
The gifted ones
, de 1979, é mais um daqueles encontros imperdíveis de grandes músicos. Iniciada neste sábado, com o fantástico Jazz at Massey Hall, a série
traz neste domingo a reunião de Count Basie e Dizzy Gillespie para executar preciosidades como "Back to the land", "Constantinople" e "You got
it". Só tem seis músicas, mas vale muito mais que um DVD repleto de mp3s de terceira. Aproveite!
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The gifted ones
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Discos Imperdíveis começa neste sábado uma série de homenagens aos grandes encontros da música. O primeiro álbum foi gravado na noite de 15 de
maio de 1953, em Toronto, no Canadá. No Massey Hall, uma espécie de sala de concertos, Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Charles Mingus, Bud
Powell e Max Roach reuniram-se para um show. O nome da banda era simplesmente The Quintet e o disco,
Jazz at Massey Hall.
Houve apenas uma apresentação, com a sala praticamente vazia. Os organizadores não puderam pagar o acertado e cederam a Mingus as fitas das
gravações em troca do cachê. A captação foi feita diretamente dos alto-falantes e é péssima (tanto que Mingus regravou alguns improvisos em
estúdio). Mas o disco foi lançado e é puro deleite. Houve várias versões, mas esta é a primeira e original, com apenas seis músicas.
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Jazz at Massey Hall.
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O álbum
Bluen train
, lançado em 1957, é considerado o primeiro solo de John Coltrane. Pela primeira vez na carreira, escolheu todos os
músicos e das cinco canções quatro são de sua autoria. A única exceção é um clássico do Blues: I'm old fashioned, de Jerome Kern e Johnny
Mercer. A música-título do álbum, Blue train, tem mais de 10 minutos e cresce de um tema em tom menor para maior, variando intensamente até o
final.
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Bluen train
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Calabar, o elogio da traição
ou Chico canta, é um disco que resultou da peça homônima, de Chico Buarque e Ruy Guerra. Foi escrita no final de 1973
e seria dirigida por Fernando Peixoto. Trata da posição de Domingos Fernandes Calabar na história, quando Calabar preferiu ficar ao lado dos
holandeses contra a coroa portuguesa. Depois de toda a montagem pronta e da primeira liberação do texto, o general Antônio Bandeira, da
Polícia Federal, proibiu a peça, proibiu o nome "Calabar" e proibiu que a proibição fosse divulgada. O álbum foi pelo mesmo caminho e teve que
mudar de nome e a capa foi trocada. A que você vê aqui é a original.
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Calabar, o elogio da traição
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O disco não tem nome, ou vem com o do compositor, mas todo mundo resolveu apelidá-lo com o título de uma de suas canções.
José
, o álbum, de 1987, é um típico Caetano Veloso, com músicas que falam de temas universais e, ao mesmo tempo, retoma
temas bem baianos. Confira canções como "Eu sou neguinha?", "Depois que o Ilê Passar", "Vamo comer", "O ciúme" e a versão de Caetano para o
pop-brega de Roberto e Erasmo Carlos "Fera Ferida"
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José
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