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03/10/2009 às 19:16
  | ATUALIZADA EM: 03/10/2009 às 19:29 | COMENTÁRIOS (4)

Produção de games na Bahia ganha primeiros títulos para escala comercial

Aguirre Peixoto, do A TARDE

Xando Pereira / Agência A TARDE
Humberto Bandeira desenvolve com pesquisadores baianos o jogo Kirimurê
Humberto Bandeira desenvolve com pesquisadores baianos o jogo Kirimurê
Nada de matar monstros saídos de outro planeta, roubar carros no meio da rua ou pilotar naves espaciais no espaço sideral. A Bahia começa a produzir seus primeiros games e  os próximos lançamentos destacam-se por abordar a história do próprio Estado. São as primeiras iniciativas de se inserir em uma indústria que faturou R$ 87,5 milhões em todo o Brasil só no ano passado – em escala mundial, movimenta cifras de US$ 30 bilhões. A produção baiana ainda está concentrada nas universidades, mas já surgem as primeiras empresas criadoras de games.

Um exemplo da prata da casa é Búzios – Ecos da Liberdade, em desenvolvimento por um grupo de 17 pesquisadores da Uneb. O protagonista do jogo é Francisco, um baiano que foi estudar direito em Portugal, no final do século XVIII, e volta para Salvador com o objetivo de articular, com outros intelectuais, a conhecida Revolta dos Alfaiates. Francisco é um personagem ficcional, mas o enredo inclui figuras históricas como Cipriano Barata e Manoel Faustino. “Nosso primeiro jogo foi o Tríade, feito em 2006 e ambientado na Revolução Francesa. Na equipe de criação, contamos com roteiristas, designers, músicos, historiadores e, obviamente, programadores”, explica Alexandre Santos, gerente de projetos do grupo Comunidades Virtuais, da Uneb. O Tríade está disponível gratuitamente no site http://www.comunidadesvirtuais.pro.br/triade

Nacional - Levantamento da Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos) de julho de 2008 contabilizou 42 empresas do ramo que empregam 560 profissionais (cujo salário médio é de R$ 2,2 mil). A produção nacional se divide entre hardware (aparelhos de videogame) e softwares (games, dos quais 43% são para exportação).

Na Bahia, os jogos começaram a ser criados há cerca de cinco anos por pesquisadores ligados a universidades. Surgiram algumas empresas com foco geral em tecnologia, mas que também produzem games.

Junto com o grupo da Uneb, há o Indigente, da Ufba, ambos pioneiros na Bahia. O Indigente está criando também  um game histórico, o Kirimurê, que retrata a Bahia na época do descobrimento. Ambos receberam recursos da Fapesb (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia), que destinará os jogos voltados à educação na rede pública. Há ainda um grupo do Senai, em parceria com o Instituto Federal da Bahia (IF-BA), criando um pacote de jogos para a TV digital.  Além deles, há a Virtualize, voltada para o mercado publicitário, que cria jogos promocionais para empresas, e o Instituto Recôncavo de Tecnologia, com o foco em inovação tecnológica, que tem desenvolvido games educativos. A exceção é a Gamenyx, empresa formada neste ano com o foco exclusivo em games, que lançou na semana passada o seu primeiro jogo, o Immortal Lords.
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Investigador (05/10/2009 - 14:19)

alguns do povo do primeiro semestre já chegou A coisa tá feia lá no curso de direito da uneb! Tá um bafafá dos grandes! Até verificando as coisas erradas! Está um caos!!! Gente ajudem a salvar o curso de direito da uneb! A coisa vai terminar mal!!!! É babado forte pra matéria heim!!! Mandem alguém lá pra vcs verem!!!!!

Samuel Roque Jr. (05/10/2009 - 09:21)

Muito interessante esta nota, pena não estar completa, com o da edição impressa. Foi verificado que a fapesb apoio e pretende apoiar este nicho de mercado. Ao que tudo indica, foi uma iniciativa da DI Diretoria de Inovação, capitaneada por Dr. Elias Ramos juntamente por sua equipe formada por ótimos profissionais onde dentre eles destaca-se o Sr. Antonio Rocha Jr (idealizador do novo projeto mais que estruturante, de acordo com pesquisadores da área).

Elderlan Souza (03/10/2009 - 23:02)

Beto parece mais careca do que é nessa foto....

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