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24/10/2008 às 23:35
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Oficiais da PM gerenciam a crise e ordenam a área

Deodato Alcântara, do A TARDE

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>> Grávida em cárcere privado desde quarta-feira

Quatro camburões Blazer, um utilitário com escadas e outros apetrechos, duas ambulâncias (Samu e Salvar), viaturas VW Parati e cerca de 60 policiais entre civis da delegacia do bairro (de dez a 15) e militares do Comando de Operações Especiais, (COE), do Batalhão de  Choque (BC), da companhia do bairro (47ª CIPM) e das Rondas Especiais (Rondesp). Aparato desnecessário se falhar a negociação, que na técnica de segurança é chamada gerenciamento de crise, táticas obtidas em cursos inclusive internacionais.

Como em outras situações semelhantes, além de rebeliões nas prisões baianas, são colocadas à frente oficias da PM, mas precisamente da Choque (BC). Foi assim, nesta sexta-feira, 24, quando o capitão Cledson (não foi revelado o sobrenome), assumiu o caso e substituiu o major Gilson Seixas e o delegado Pedro Andrade – que abriram o diálogo com o desempregado Genivaldo Pereira dos Santos Júnior, 20 anos, responsável por manter em cárcere privado, desde a quarta-feira, 22, a companheira Driele Pitanga dos Santos, 18.

Durante a tarde e começo da noite, a PM estimou cerca de mil pessoas aglomeradas nas imediações do sobrado, que se manifestavam com vaias à tentativa da polícia de manter a ordem na área. O isolamento se tornou efetivo no começo da noite, com fechamento de lojas e afastamento das pessoas da calçada de onde ocorria o cárcere. A tática, segundo o oficial, foi definida em permitir que parentes dos envolvidos falassem com o agressor apenas pelo celular, sem qualquer aproximação. Porém, Genivaldo chegava a passar mais de meia hora sem atender ao celular, o que causava preocupação.

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Alguem! (25/10/2008 - 19:19)

Quero ver a midia colocar no ar o sucesso da PM Bahiana nesse caso, que nem se compara com o de São Paulo, mas como outros acontecimentos não é muito divulgado pois é a rotina destes homens salvar vidas a todo instante, o que interessa são os ERROS!!!! e não os acertos cotidianos!!!!!

Walter Matos Jr (25/10/2008 - 06:23)

O Capitão não pediu, mas vai o conselho: enrole, nada faça. Não corra o risco de se estrepar porque o maluco resolveu concretizar a maluquice. Chame uma equipe de especialistas em resolver crises em ambiente tensos, composta por jornalistas, promotores e peritos. Esses sim, sabem como retirar reféns das mãos de malucos. E não procurarão defeitos neles próprios. A propósito: não sou e nem tenho parente policial. Sou da "zelite" que gosta de pensar, e não de seguir a manada.

Carlos Saphira (25/10/2008 - 05:54)

Só há tres possibilidade de solução para este tipo de evento. 1 - o seuqestador se rende e liberta o refen. 2 - Tiro de precisão e salava a vida do refem. 3 em caso de amor platónico, o seguestrador mata o refem e se suicida. A solução é negociar até ter oportunidade de usar o tiro de comprometimento e salvar o refem. Bandido é bandido. salvem sempre o refem.

Josemar Vigas (25/10/2008 - 02:35)

interessante como agora virou moda algum mal sucedido no amor se trancar dentro de algum lugar e de repente querer levar consigo sua amada.será que esse pessoal não acha que a policia os bombeiros etc. têem mais o que fazer não, ou seja mobiliza um efetivo pra controlar um momento de fúria.depois vem os mais estudiosos dizer que isso é culpa da sociedade em que vivemos.onde está as estatisticas de que existem mais mulheres do que homens no mundo.já que ela não quer mais deixa ela viver em paz.

Luiz Fabiano Pessoa (24/10/2008 - 23:53)

Vamos mostrar ao Brasil como a policia Baiana é e esta muito bem preparada para resolver casos como esse.

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