A determinação é clara para as polícias Civil e Militar no Estado: pontos de apostas em jogos de azar devem ser fechados, ter publicidade retirada e os responsáveis conduzidos à delegacia da área, para que sejam identificados em termo circunstanciado por participação no crime de contravenção.
Pelo menos foi o que ficou definido, segunda-feira, em reunião na sede do Ministério Público Estadual (MPE), entre o procurador-geral da Justiça, Lidivaldo Britto, o comandante-geral da PM, Antônio Jorge Ribeiro de Santana, o chefe da Polícia Civil, delegado João Laranjeira, alguns delegados e promotores de justiça.
Após duas horas a portas fechadas, o procurador-geral afirmou que não houve desentendimento entre o MPE e as polícias, mas falhas na comunicação. “Somos parceiros na defesa da ordem e da lei. E temos o compromisso de que não permitiremos a permanência na sociedade daqueles que obtêm lucros de forma ilícita”. O Cel. PM Santana afirmou que todo o policiamento ostensivo receberá a determinação para agir. João Laranjeira, que foi à reunião acompanhado de diretores dos departamentos de Crimes contra o Patrimônio e Polícia Metropolitana, disse que irá investigar a ação de contraventores em todo o Estado, “inclusive os gerentes”, cujos nomes já foram fornecidos pelo MP.
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