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Isa (13/10/2009 - 09:18)
ssa,não esta preparada pra tanta chuva,mais sabe pq isso acontece,pq a populacão loga lixo aonde não deve intopindo os bueiros,a culpa não é só dos politicos,mais tbm nosso,vamos ter mais consiencia!!!!!!!!
Sandy (12/10/2009 - 22:29)
E se a chuva voltar? Será que a prefeitura já terá feito alguma coisa já que até agora não fez nada e pelo visto não irá fazer? Ficará na cesta básica, bolsa-família, ao invés de melhorar as condições de vida dessas moradias?
Mário Fontes (12/10/2009 - 21:31)
Só espero que o prefeito João Henrique não venha pedir grana. Na ultima tempestade recebeu 100 milhões...o que foi feito com tanto dinheito?
A Bahia é o ultimo estado que gasta horrores com contenção de pedra...deveria usar concreto.
Malandragem e pouca virgilância da sociedade.
Alberto Santos (12/10/2009 - 18:25)
eu so nao entendo como ainda tem pessoas tentando fazer uma meia culpa c/ o qué é de responsabilidade e com petencia do prefeito j.henrique,éle sim deveria ter humildade e vergonhar na cara como um verdadeiro cristao assumi os seus atos injusto contra o povo humilde dos bairros perifericos,como vamos efetivar educao ambiental nus guetos e favelas dessa cidade sem aplicaoçao de divessas politicas publicas,cortar avegetaçao dos corregos em periodo eleitoral é meramente uma eganaçao ao povo carent
Carlos Lima Conceição (12/10/2009 - 12:49)
Há 3 anos, nós do Bairro do Calabar, lutamos por encostas no local. Isto, com nº de protocolos e processos, junto à SUCOP e CODESAL, pois a luta é desde a fundação da entidade do bairro e... nada. Cadê as verbas emergênciais do Ministério das Cidades? O canal do Imbuí, não poderia aguardar um pouco mais? Ou as vidas que estão em perigo nas encostas têem menos importância para a administração de João e seus aliados?
Carlos Lima Conceição (12/10/2009 - 12:32)
Acho que a Prefeitura de Salvador ( leia-se prefeito ), está esperando que aconteça uma tragédia, com desmoronamento de terras nas encostas da Cidade, mutilando dezenas de pessoas, para começar a agir. Pois as verbas do Ministério das Cidades, só servem para construir onde dá retorno eleitoreiro. A população periférica, está de olho: João e companhia.